Pular para o conteúdo principal

ele sabe

deus sabe como sou invejoso.


mas ele também em ensinou, diria que nos últimos quinze anos, a ficar feliz, realmente feliz, com os sonhos alheios tornados realidade.

a primeira vez recente em que fiquei super feliz foi quando o diego (torraca) me disse que havia sido aprovado na sorbonne.

eu fiz filosofia e deus sabe o quanto eu queria ter estudado por lá.

mas não deu, a vida deu outras voltas, e é isso aí.

...mas quando sobre do diego fiquei eufórico - até ele estranhou. o diego é um cara admirável e deve estar se divertindo bastante na terra adotado pelo meu cioran e pelo também meu beckett.

agora soube que o marião e a dani compraram o estação caneca.

cara, só deus sabe como fiquei feliz. tenho aprendido tanto - como profissional e mais ainda como pessoa - com eles que nem deus imagina. fiquei novamente euforico. talvez hoje mesmo eu passe lá para dar o meu parabéns, mas sei lá, o mundo dá voltas.

mas amanhã estarei lá.

agora, vocês notam o quanto falei de deus. pode parecer carolice, mas o fato é que, como ninguém é testemunha de minhas andanças, e corro bastante, então ele foi o recurso que me ocorreu utilizar.

mas ele também sabe que não é bem assim.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Gargólios, de Gerald Thomas

Da primeira vez que assisti a Gargólios, do Gerald (Thomas), na estréia, achei que não havia entendido. Alguns problemas aconteceram durante o espetáculo (a jovem pendurada, sangrando, passou mal duas vezes, as legendas estavam fora de sincronia, etc.) e um clima estranho parecia haver tomado conta do elenco - ou pelo menos assim eu percebi. De resto, entrei mudo e saí calado. Mas eu já havia combinado assistir novamente o espetáculo, com a Franciny e a Lulu. Minha opinião era de que o Gerald, como de praxe, iria mexer no resultado. Por isso, a opinião ficaria para depois. À la Kant, suspendi meu juízo. Ontem assisti pela segunda vez ao espetáculo. E para minha surpresa muito pouco mudou. Então era isso mesmo. Lembro de que minha última imagem do palco foi ter visto o Gerald saindo orgulhoso. A Franciny disse meu nome a alguem da produção, pedindo para falar com o Gerald. Ele não iria atender, e não atendeu. Lembro-me agora de Terra em trânsito, a peça dele com a Fabi (Fabiana Guglielm...

29/7 (a partir de 28) - Teatro e artes

Ontem, ao ouvir o Gerald, quanto a como coloca a musica (depois), e depois ainda, ao ver uma musica passando pela partitura (e me deixando uma impressao de impossibilidade de traducao em algo mais), percebi que a arte finalmente havia voltado a assumir um lugar inextrincavel em mim. Finalmente percebi novamente que ela existia em mim para algo alem da minha vida, e percebi tambem que qualquer motivacao extemporanea (tipo celebridade, valor em si, razao) para ela era, alem de inutil, irrelevante. Percebi isso e na hora me libertei de coisas ao meu redor imensas, que me faziam sentir amargurado por um peso muito grande. Como se eu DEVESSE atribuir algo aa minha vida por me sentir pequeno demais para tudo o que investi nela. Isso fez com que eu tambem entendesse que, quando QUALQUER COISA for bem feita, ja EE arte em si, e por isso mesmo entendi o valor da edicao no cinema, da atuacao, da luz e tudo mais. Tudo adquiriu de repente um valor maior, para alem da vida inclusive.

Peças novas

Terminei uma peça sobre suicidio. Estou fazendo pelo menos oito novas, em simultaneo, sobre diversos temas. Estou me familiarizando com a nova musica mundial, especialmente na intercessao entre classica e eletronica. Logo devo comecar a compor com meus meios, bastante limitados mas corretos para minha situacao atual. Estou muito produtivo, o que acaba saindo nos intersticios das atividades costumeiras, para ganhar a vida.